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Memória 
Por incrível que pareça no esplendor da rivalidade entre AA Barra Bonita e AA Igaraçuense aconteceu um fato que jamais foi repetido. No dia 24 de junho de 1959, dois anos após Igaraçu ter se emancipado, os dirigentes da AABB e da Igaraçuense formaram uma seleção de futebol e enfrentaram o EC XV de Piracicaba, no Estádio Natale Petri. Na foto acima, em pé e a partir da esquerda: Milton Conti, Hélio Borges, Pedrola, Furlan, Neno e Dinho. Agachados, na mesma ordem: Capixaba, Expedito, Nin, Ameriquinho e Milton. O XV venceu por 2x1. Nossa pergunta: Quais eram os jogadores da AABB e da Igaraçuense? Na foto abaixo, os profissionais do XV de Piracicaba, a Noiva da Colina. Se você identificar os craques, parabéns. 
Escrito por jobolla às 20h52
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A Veterana em 1966

07/08/1966 – AABB 3 x 0 Torinho FC, de Jaú, em amistoso disputado no Vicentão. Na foto, o time abebeano. Em pé, a partir da esquerda: Kyelce, Pedrola, Herivelto (Poita), Pedro, Camargo, Tíbia, Beto Gerin e Vercy. Agachados, na mesma ordem: Alcindo Biazetti (técnico), Norival (Bico Vermelho), Dito Miguel, Bodinho (De Luca), Tavinho, Neto e Mané. 
No dia 11/09/1966 pelo Campeonato Amador Regional a AA Barra Bonita enfrentou o América FC, de Sâo Manuel, no Vicentão e venceu por 2x1. Na foto acima, o esquadrão abebeano naquela tarde: Em pé, a partir da esquerda: Hélio, Adilson, Camargo, Tíbia, Pedro, Beto Gerin e Pedrola. Agachados na mesma ordem: Zé Maria, Tavinho, Dito Miguel, Renatinho e Carlinhos. O garoto é José Renato Adamo Bola, filho de Renatinho e irmão de Tavinho.
Escrito por jobolla às 21h00
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Disciplina Renatinho Bolla ganhou o Prêmio Belfort Duarte 
O Prêmio Belfort Duarte é uma condecoração a atletas de futebol concedida pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Seu patrono é João Evangelista Belfort Duarte, falecido futebolista. O prêmio foi criado em 16 de agosto de 1945 pelo extinto Conselho Nacional de Desportos e instituído em 1 de janeiro de 1946, destinado a jogadores de futebol, amadores ou profissionais, que tivessem em suas respectivas carreiras ao menos duzentos jogos oficiais ao longo de no mínimo dez anos sem sofrerem uma expulsão. Esses jogadores recebiam um diploma, uma medalha e uma carteirinha que concede entrada gratuita em qualquer estádio de futebol no Brasil. Desativado, depois de alguns anos, o prêmio voltou a ser concedido, pela CBF, a partir de 18 de maio de 1995. A entidade, no entanto, fez uma alteração: somente jogadores aposentados poderiam requerer o prêmio. A medida visava a impedir que ocorressem casos como o do lateral Everaldo (campeão do mundo com a seleção brasileira em 1970), que, três meses depois de receber o prêmio, deu um soco em um árbitro e acabou suspenso por um ano. Entre os vencedores do prêmio destacam-se: Castilho, goleiro do Fluminense; Nei, ponta do Palmeiras; Evaristo Macedo, meia do Flamengo; Felix, goleiro do Fluminense; Gilmar dos Santos Neves, goleiro do Santos; Pepe, ponta do Santos; Telê Santana, ponta do Fluminense. Um dos agraciados com a Medalha de Prata – profissionais - foi Waldir Pereira, o Didi “Folha Seca”, que foi companheiro de Renatinho Bolla, Medalha de Ouro, no Clube Atlético Lençoense, nos anos 40.
Escrito por jobolla às 22h31
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Nos tempos do Futebol de Salão Nos anos 60 havia em Barra Bonita um clube de jovens - rapazes e moças - chamado Disneylândia. Era o faz tudo do esporte amador da cidade. Disputou dois Jogos Regionais da Alta Sorocabana, em Assis e Marília, sem nenhuma ajuda do poder público. A sustentação financeira era obtida através de promoções - as festa americana em alta na época, brincadeiras dancantes, rifas e venda de laranja que era "cedida" pela Fazenda Santa Eliza, através dos associados José Carlos Ereno, Natale e Ângelo Petri. E tem mais, nos jogos promovidos do Disneylândia havia cobrança de ingresso. O grande feito do Disneylândia foi a organização de duas Olímpiadas Municipais, nas modalidades de futebol, atletismo, natação, ciclismo, futebol de salão, hoje conhecido por futsal e que tinha até pré-olimpíco, tênis de mesa, xadrez, voleibol e basquete. A cidade ficava em festa. A maioria dos jovens era de classe média. Alunos do nível médio - clássico, científico e normal, foram aos poucos deixando a cidade em busca do ensino superior. Com isso o Clube foi desativado. Nas fotos abaixo, do dia 17/02/1966, a festa de encerramento da II Olimpíada. Na oportunidade, a AA Barra Bonita - campeã invicta no futebol de salão enfrentou a Seleção da Cidade. Resultado: Seleção 8 x 3 AA Barra Bonita. Saudade... 
Esquadrão campeão da AABB. Em pé, a partir da esquerda: Alcindo Biazetti (técnico), Zé Maria Bombonatto, Marcos Gava, Vadico Luchesi e Vercy Munerato. Aganhados, na mesma ordem: Neto Bolla, Beto Ereno, Pidorama e Kyelce. 
Seleção da Cidade. Em pé, a partir da esquerda: Osmar Luciano (técnico), Renato Bolla (com 42 anos), Álvaro, Anísio, Beto Gerim e Zelão (árbitro). Agachados, na mesma ordem: Adilson Ragoni, Laércio Antonelli e Honorato Pracideli.
Escrito por jobolla às 17h52
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Memória 
Lembranças dos tempos da "família" UBASA e COLIGADAS. Nos jardins da casa sede, confraternização de fim de safra. Na foto, "os carregadores do piano". Por favor, escale o time e mande seu comentário.
Escrito por jobolla às 17h02
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Verdâo campeão 
Escrito por jobolla às 16h49
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Barra perde ícone de sua memória. Solteira, filha das tradicionais e pioneiras famílias Stangherlin e Bolla, Célia só teve um amor em sua vida. Era apaixonada pela terra em que nasceu: Barra Bonita. De memória avantajada, que herdou da mãe Emma, era requisitada pelas escolas, emissoras de rádio para contar fatos da História de Barra Bonita. Participou do grupo que elaborou o livro “De Salles Leme (1883) a Wady Mucare (1983) - Barra Bonita 100 anos de História”. Detalhista e questionadora, atributos da autêntica pesquisadora entregou-se de corpo e alma a realização do livro e da implantação do Museu Histórico Luiz Saffi. Foi companheira nestes projetos do tio Renato Adamo Bolla, do primo Irio Collor Bombonatto e do colega Luiz Saffi. Célia foi discípula do contador Vicente Torcia, em cujo escritório adquiriu uma brilhante caligrafia. Em tudo que se dedicou, não foi apenas mais uma, mas sempre foi a melhor pela inteligência e humildade. Disputada, trabalhou no escritório da Usina da Barra e na Prefeitura Municipal como secretária. Autodidata, só veio a completar os estudos na primeira turma da Escola de Comércio, onde fez os cursos básico e técnico em contabilidade. Em reconhecimento ao seu talento foi convidada e se tornou professora da mesma escola. Juíza de Paz da Comarca e Ministra da Eucaristia na Igreja Matriz de São José, função que desempenhou de corpo e alma levando a Eucaristia aos doentes e sempre à pé com sua inconfundível sombrinha para protegê-la do sol. Mantinha os laços de amizade e parentesco, visitando e apoiando a todos e compartilhando de suas agruras e conquistas. Como toda memorialista adorava conversar e principalmente recordar os fatos que marcaram a História de Barra Bonita. Célia Stangherlin, 75 anos, morreu no Hospital São José na cidade que muito amou no dia 12 de julho de 2011, vítima de problemas cardiopulmonares. Na verdade, Célia Stangherlin não morreu, pois ela está inserida na História de Barra Bonita como Imortal.
Escrito por jobolla às 09h14
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Livro sobre casos e causos de Barra Bonita
HORA DA NOSTALGIA, DE RENATO ADAMO BOLLA; Uma obra histórica de Barra Bonita do final do século XIX a meados do século XX e que foi contada na Rádio Emissora da Barra nos anos 70, através do programa semanal “Hora da Nostalgia”, produção de Renato Adamo Bolla, com a colaboração de César Saffi e apresentação do radialista José Otávio Bolla. Você sabe como surgiu o futebol em Barra Bonita? Assim começa o relato, que mistura o futebol com os “casos e causos” da cidade. Um dos personagens marcantes é o Dr. Manuel Ferraz de Campos Salles, ex-presidente da República, que aqui veio logo após deixar a presidência, atraido pela excelência das terras e adquiriu duas fazendas. De sua iniciativa, como senador, surgiu a ponte que leva o seu nome. A “Hora da Nostalgia” relata a construção da referida obra executada pela Bromberg, da Saxônia, marcada por uma tragédia, que o autor foi buscar em detalhes. Hora da Nostalgia é uma obra que resgata a memória da cidade. Os desafios e as conquistas fundamentadas na solidez da amizade. A cidade era uma só família. Entre os moradores podia haver adversários, mas não inimigos. A Igreja Matriz, a Sociedade Italiana, o cinema, o teatro, o ramal ferroviário - ligando a cidade ao tronco da Cia. Paulista na estação de Campos Salles e posteriormente a Dois Córregos - a navegação fluvial, a implantação da rede de água, a chegada da energia elétrica. As festas e feitos marcantes. As figuras populares como “João da Cerca” e Lourencinho, entre outros. As quatro bandas musicais, as fábricas de cerveja e de macarrão. As primeiras eleições municipais. A passagem do Imperador D. Pedro II pela cidade, onde ficou dois dias e duas noites na Fazenda Três Barras, quando concedeu a uma barrabonitense o título de Baronesa. Estes e outros inúmeros fatos relevantes, frutos de uma pesquisa de fôlego estão registrados nesta obra. Fala de Dona Catina e sua frase famosa “Bilim, bilim, lano que viem te porto naltro putim”. Outra frase que marcou foi: “O Américo Sampaio vendeu a Fazenda Pau D’Alho. Dizem que vão construir uma usina de açúcar lá”. E assim surgia a Usina da Barra, dirigida pelo jovem de 22 anos Orlando Chesini Ometto, que viria dar uma nova dimensão a Barra Bonita. No destaque, a trajetória da alvinegra A.A. Barra Bonita, clube que Renatinho Bolla defendeu até os 48 anos de idade. Foi diretor e roupeiro. Consagrado com Medalha de Ouro no Prêmio Belfort Duarte(*) concedido pela CBD (hoje CBF) - www.rsssfbrasil.com/miscellaneous/bduarte.htm. Craque reconhecido na cidade com o título de “Atleta do Século XX”, em toda a região e pelo mestre Didi, o “folha seca”, que após a conquista do bicampeonato mundial de futebol no Chile, em entrevista à TV Cultura foi questionado: “Didi, qual o maior jogador que você viu jogar”? E Didi respondeu: “O maior eu não sei, mas o melhor foi Renatinho de Barra Bonita”. Eles jogaram juntos no CA Lençoense, no final dos anos 40. O lançamento da obra será no dia 18 de junho, das 17h às 19h, na Associação Atlética Barra Bonita. "A Hora da Nostalgia" está a venda em todas as livrarias da cidade por R$ 20,00. (*)O prêmio foi criado em 16 de agosto de 1945 pelo extinto Conselho Nacional de Desportos e instituido em 1 de janeiro de 1946[1], destinado a jogadores de futebol, amadores ou profissionais[1], que não houvessem sofrido qualquer punição da Justiça Desportiva, durante 10 anos; tivessem em suas respectivas carreiras ao menos duzentos jogos oficiais ao longo de no mínimo dez anos. Esses jogadores recebiam um diploma, uma medalha e uma carteirinha que concede entrada gratuita em qualquer estádio de futebol no Brasil.
Escrito por jobolla às 21h23
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Ponte Campos Salles está se aposentando

Ponte Campos Salles em construção no início do século XX. Atualmente esse patrimônio histórico de Barra Bonita está sob risco e, por precaução, está proibido o trafego de veículos com mais de 2,10m de altura. As autoridades aguardam o posicionamento do Governo do Estado sobre a reforma, sendo que até agora não se manifestou. O problema imediato gerado pela interdição parcial é em relação ao transporte coletivo urbano. Os usuários de um ônibus são obrigados a atravessar a ponte a pé para pegar o coletivo na outra margem do rio.
Escrito por jobolla às 19h52
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Escrito por jobolla às 23h02
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Escrito por jobolla às 22h59
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Escrito por jobolla às 22h57
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Escrito por jobolla às 22h54
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Escrito por jobolla às 22h51
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Escrito por jobolla às 22h49
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